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SERIFA produz catálogos técnicos para a MAHLE Campinas, maio de SERIFA produz o primeiro Balanço Social da Bosch Campinas, outubro de 2006. A Robert Bosch Ltda. acaba de publicar o Sobre a Robert Bosch Ltda. - No Brasil desde 1954, a Robert Bosch Ltda. EQUIPAR Tecnologia: nova parceria para os desafios de 2006 Campinas, 24 de março de 2006. A SERIFA Conhecimento e Comunicação acaba de ser escolhida pela EQUIPAR Tecnologia Industrial Ltda. como seu parceiro exclusivo de comunicação. Encarregada da execução de um elaborado planejamento de comunicação de marketing, a SERIFA realizará ações em diversas frentes e mídias, alinhadas com o posicionamento da empresa e com os seus objetivos para 2006. “É uma oportunidade valiosa poder atuar num segmento crítico para a economia brasileira e, ao mesmo tempo, tão desafiador”, declara Luiz Roberto Delphim, diretor geral da SERIFA. Sobre a Equipar - Estabelecida em Campinas, SP, a Equipar Tecnologia Industrial Ltda. é uma fornecedora de soluções industriais que atua através de duas unidades de negócios. Uma unidade oferece uma linha completa de equipamentos para a fabricação de ração animal, desde equipamentos avulsos como moinhos, misturadores, peletizadoras e extrusores e suas respectivas peças de reposição até fabricas completas em regime turn key. Para essa unidade estratégica de negócios a Equipar detém os direitos de exploração da marca e da tecnologia Calibras, que existe a 49 anos e que é líder de vendas no mercado brasileiro. A segunda unidade de negócios, conhecida como S.PI, fornece equipamentos de processo (reatores, agitadores, misturadores e filtros) para diversas indústrias como a farmacêutica, química, alimentos e bebidas.
Comunicação empresarial: isso é tão importante assim? Como a comunicação empresarial pode fazer a diferença entre o sucesso de uma empresa ou a sua completa ruína? Por Valdir J. de Oliveira Filho* Há cinco anos o mundo empresarial chocou-se com a publicação do livro “A IBM e o Holocausto”, do jornalista americano Edwin Black. Segundo Black, a IBM estabeleceu uma aliança estratégia com a Alemanha nazista, fornecendo máquinas de cartões perfurados, precursoras dos computadores, que permitiram identificar e contar judeus. O livro associa o fornecimento dessa tecnologia com o extermínio de pessoas sob a responsabilidade do nazismo. Há seis anos a Firestone foi acusada de esconder um grave defeito de fabricação em seus pneus, o que provocou inúmeros acidentes e algumas dezenas de mortos. Em 2002 o mundo observou, como conseqüência do escândalo envolvendo algumas empresas americanas, o desaparecimento de uma das maiores e mais tradicionais auditorias do mundo, a Arthur Andersen, que declarou como corretas as contas da empresa americana Enron, envolvida em fraudes fiscais e contábeis. No final de 2005 o laboratório Merck sentiu uma queda de quase 40% no valor de suas ações decorrente dos problemas com o medicamento Vioxx. Segundo estudos comprovados, o conhecido antiinflamatório apresentou efeitos colaterais prejudiciais à saúde. Tão logo o laboratório tomou conhecimento de tais efeitos, retirou o medicamento do mercado e comunicou a investidores, médicos e pacientes sobre sua decisão. Mesmo agindo com rapidez, não conseguiu deter a queda no valor das ações. No início de 2006, o fabricante brasileiro de cosméticos Impala, conhecido por fabricar esmaltes com a marca de apresentadoras de televisão tais como Xuxa e Angélica, foi proibido, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), de comercializar toda sua linha de produtos. Estes casos, e inúmeros outros envolvendo empresas de cigarros, armas, fast food e bebidas têm características em comum. A principal é que tais ocorrências impactam diretamente no grau de confiança que o cliente tem na organização. Quebra de confiança acarreta imediata fuga do cliente, redução de faturamento e, o que é mais importante, pode provocar a deterioração da imagem organizacional. Dependendo da extensão do problema, essa imagem pode tornar-se irrecuperável. A importância da imagem de uma organização está diretamente ligada ao valor de mercado da mesma, e isso não tem uma correspondência necessariamente direta com o valor contábil. Em sua edição de abril/maio de 2001, a Revista de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo publicou um estudo comparativo sobre os valores da IBM e da Microsoft. Segundo o estudo, o valor contábil da IBM era de US$ 16,6 bilhões e o da Microsoft de apenas US$ 930 milhões. Quando a comparação era feita não pelo valor contábil, mas pelo valor de mercado, a análise era outra: a IBM valia no mercado US$ 70,7 bilhões e a Microsoft alcançava a cifra de US$ 85,5 bilhões. O que acontece é que o valor contábil de uma organização baseia-se nos capitais monetário e físico. O valor de mercado, por outro lado, incorpora a essa parte tangível o chamado capital intelectual, que é parte do que se conhece por ativos intangíveis e que também inclui o nome do produto, a marca, o expertise, o capital humano, a tecnologia, os parceiros e, finalmente, a imagem da organização. Quando essa imagem transmite confiança, o valor de mercado tende a subir. E o que isso tem a ver com a Comunicação Empresarial? Absolutamente tudo. A comunicação empresarial é uma atividade estratégica cujo objetivo é criar, manter ou mudar a imagem de uma organização. Ou seja, é a comunicação empresarial que responde pela boa imagem da empresa perante seus clientes, acionistas, colaboradores e comunidade. E a boa imagem é essencial não somente para o crescimento da empresa mas, antes disso, para a sua sobrevivência. Dos cases associados à imagem organizacional apresentados no início deste artigo, pode-se ver que nem todas as organizações tiveram sucesso ao focar o problema. Isso aconteceu porque o sucesso não reside somente na forma como a organização encara o problema e na rapidez da resposta. O sucesso depende, e muito, da qualidade da resposta, da sua habilidade em informar, esclarecer e encaminhar questões tão delicadas. A Comunicação Empresarial não é apenas importante. Ela é imprescindível. (*) Valdir J. de Oliveira Filho é graduado em economia pela Universidade do Distrito Federal e mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Oliveira gerenciou as áreas de Serviços e Compras da Fundação CPqD e atuou nas áreas administrativa e financeira da Rede Ferroviária Federal e da TELEBRÁS. É empresário e professor universitário dos cursos de graduação e pós-graduação da UNIP e Instituto Nacional de Aprendizagem Industrial, onde leciona Comunicação Empresarial, Economia, Logística e Administração de Operações Produtivas. Também é palestrante convidado do curso de mestrado da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e parceiro da SERIFA Conhecimento e Comunicação. Para mais informações, contate valdirol@directnet.com.br Kaiser Premium: 3 anos de sabor - 15/01/06 O Kaiser Premium, revista informativa das Cervejarias Kaiser dirigida ao
público interno e parceiros da empresa, chega ao terceiro ano. Lançado
em maio de 2004, o veículo foi recentemente ampliado para 12 páginas,
sempre impressas em cores sobre papel couchê e foi concebido para ser
direto e atraente, um convite à leitura e à informação. O conceito
Premium vem da cerveja de mesmo nome, um tipo nobre da bebida, feito
com ingredientes diferenciados e sabor encorpado e marcante. Este é o
conceito do Kaiser Premium: um informativo especial, de alta qualidade,
feito pela Kaiser em respeito ao seu time e aos seus parceiros. Folha verde - 10/01/06
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