SERIFA produz catálogos técnicos para a MAHLE

Campinas, maio de 2007. A MAHLE acaba de publicar a atualização 2007/2008 de seus catálogos técnicos. Cobrindo produtos como pistões, bronzinas, válvulas e filtros para motores de combustão gasolina e diesel, os catálogos das linhas MAHLE e Metal Leve somam aproximadamente 1000 páginas e levam ao mercado informações técnicas e de aplicação essenciais. A SERIFA foi responsável pela revisão do projeto visual, editoração técnica e arte-finalização. O projeto continua em 2007 com a publicação de listas de aftermarket, e está relacionados às competências da Serifa em documentação técnica.

SERIFA produz o primeiro Balanço Social da Bosch

Campinas, outubro de 2006. A Robert Bosch Ltda. acaba de publicar o
Balanço Social 2005/2006, o primeiro relatório de responsabilidade
social da empresa. O documento com 40 páginas, dezenas de imagens
e redigido em dois idiomas foi integralmente produzido pela Serifa
Conhecimento e Comunicação, incluindo as fases de organização de
conteúdo, pesquisa, projeto gráfico, fotografia, texto, tradução,
arte-finalização e gráfica. Destinado a todos os stakeholders da
Bosch – colaboradores, fornecedores, clientes, comunidade e outros
parceiros – o Balanço Social é um dos marcos do exercício da
responsabilidade social da empresa, um instrumento de diálogo
com os envolvidos que privilegia a transparência na gestão.

Sobre a Robert Bosch Ltda. - No Brasil desde 1954, a Robert Bosch Ltda.
– principal integrante do Grupo Bosch na América do Sul – atua nos
setores de tecnologia automotiva, bens de consumo e tecnologia de
construção. A empresa é fornecedora de uma ampla gama de produtos
que inclui sistemas a gasolina, sistemas diesel, sistemas de freios,
sistemas de energia e eletrônica embarcada, autopeças, equipamentos de
teste para oficinas, equipamentos de áudio e vídeo para veículos,
ferramentas elétricas, sistemas de segurança e aquecedores de água a
gás. Oferece produtos e sistemas para todos os fabricantes de veículos
instalados no país e é líder no mercado nacional de reposição automotiva,
com a mais abrangente linha de produtos e a maior rede de serviços
autorizados. Suas quatro unidades fabris – Campinas I (SP),
Campinas II (SP), Curitiba (PR) e Aratu (BA) – empregam cerca de 12.200
colaboradores.

Clique aqui para baixar um arquivo completo do Balanço Social
Bosch 2005/2006 ( formato pdf, aprox. 2 Mbytes )

EQUIPAR Tecnologia: nova parceria para os desafios de 2006

Campinas, 24 de março de 2006. A SERIFA Conhecimento e Comunicação acaba de ser escolhida pela EQUIPAR Tecnologia Industrial Ltda. como seu parceiro exclusivo de comunicação. Encarregada da execução de um elaborado planejamento de comunicação de marketing, a SERIFA realizará ações em diversas frentes e mídias, alinhadas com o posicionamento da empresa e com os seus objetivos para 2006. “É uma oportunidade valiosa poder atuar num segmento crítico para a economia brasileira e, ao mesmo tempo, tão desafiador”, declara Luiz Roberto Delphim, diretor geral da SERIFA.

Sobre a Equipar - Estabelecida em Campinas, SP, a Equipar Tecnologia Industrial Ltda. é uma fornecedora de soluções industriais que atua através de duas unidades de negócios. Uma unidade oferece uma linha completa de equipamentos para a fabricação de ração animal, desde equipamentos avulsos como moinhos, misturadores, peletizadoras e extrusores e suas respectivas peças de reposição até fabricas completas em regime turn key. Para essa unidade estratégica de negócios a Equipar detém os direitos de exploração da marca e da tecnologia Calibras, que existe a 49 anos e que é líder de vendas no mercado brasileiro. A segunda unidade de negócios, conhecida como S.PI, fornece equipamentos de processo (reatores, agitadores, misturadores e filtros) para diversas indústrias como a farmacêutica, química, alimentos e bebidas.

 

Comunicação empresarial: isso é tão importante assim?

Como a comunicação empresarial pode fazer a diferença entre o sucesso de uma empresa ou a sua completa ruína?

Por Valdir J. de Oliveira Filho*

Há cinco anos o mundo empresarial chocou-se com a publicação do livro “A IBM e o Holocausto”, do jornalista americano Edwin Black. Segundo Black, a IBM estabeleceu uma aliança estratégia com a Alemanha nazista, fornecendo máquinas de cartões perfurados, precursoras dos computadores, que permitiram identificar e contar judeus. O livro associa o fornecimento dessa tecnologia com o extermínio de pessoas sob a responsabilidade do nazismo.

Há seis anos a Firestone foi acusada de esconder um grave defeito de fabricação em seus pneus, o que provocou inúmeros acidentes e algumas dezenas de mortos.

Em 2002 o mundo observou, como conseqüência do escândalo envolvendo algumas empresas americanas, o desaparecimento de uma das maiores e mais tradicionais auditorias do mundo, a Arthur Andersen, que declarou como corretas as contas da empresa americana Enron, envolvida em fraudes fiscais e contábeis.

No final de 2005 o laboratório Merck sentiu uma queda de quase 40% no valor de suas ações decorrente dos problemas com o medicamento Vioxx. Segundo estudos comprovados, o conhecido antiinflamatório apresentou efeitos colaterais prejudiciais à saúde. Tão logo o laboratório tomou conhecimento de tais efeitos, retirou o medicamento do mercado e comunicou a investidores, médicos e pacientes sobre sua decisão. Mesmo agindo com rapidez, não conseguiu deter a queda no valor das ações.

No início de 2006, o fabricante brasileiro de cosméticos Impala, conhecido por fabricar esmaltes com a marca de apresentadoras de televisão tais como Xuxa e Angélica, foi proibido, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA),  de comercializar toda sua linha de produtos.

Estes casos, e inúmeros outros envolvendo empresas de cigarros, armas, fast food e bebidas têm características em comum. A principal é que tais ocorrências impactam diretamente no grau de confiança que o cliente tem na organização. Quebra de confiança acarreta imediata fuga do cliente, redução de faturamento e, o que é mais importante, pode provocar a deterioração da imagem organizacional. Dependendo da extensão do problema, essa imagem pode tornar-se irrecuperável.

A importância da imagem de uma organização está diretamente ligada ao valor de mercado da mesma, e isso não tem uma correspondência necessariamente direta com o valor contábil. Em sua edição de abril/maio de 2001, a Revista de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo publicou um estudo comparativo sobre os valores da IBM e da Microsoft. Segundo o estudo, o valor contábil da IBM era de US$ 16,6 bilhões e o da Microsoft de apenas US$ 930 milhões. Quando a comparação era feita não pelo valor contábil, mas pelo valor de mercado, a análise era outra: a IBM valia no mercado US$ 70,7 bilhões e a Microsoft alcançava a cifra de US$ 85,5 bilhões.

O que acontece é que o valor contábil de uma organização baseia-se nos capitais monetário e físico. O valor de mercado, por outro lado, incorpora a essa parte tangível o chamado capital intelectual, que é parte do que se conhece por ativos intangíveis e que também inclui o nome do produto, a marca, o expertise, o capital humano, a tecnologia, os parceiros e, finalmente, a imagem da organização. Quando essa imagem transmite confiança, o valor de mercado tende a subir.

E o que isso tem a ver com a Comunicação Empresarial?

Absolutamente tudo. A comunicação empresarial é uma atividade estratégica cujo objetivo é criar, manter ou mudar a imagem de uma organização. Ou seja, é a comunicação empresarial que responde pela boa imagem da empresa perante seus clientes, acionistas, colaboradores e comunidade. E a boa imagem é essencial não somente para o crescimento da empresa mas, antes disso, para a sua sobrevivência.

Dos cases associados à imagem organizacional apresentados no início deste artigo, pode-se ver que nem todas as organizações tiveram sucesso ao focar o problema. Isso aconteceu porque o sucesso não reside somente na forma como a organização encara o problema e na rapidez da resposta. O sucesso depende, e muito, da qualidade da resposta, da sua habilidade em informar, esclarecer e encaminhar questões tão delicadas. A Comunicação Empresarial não é apenas importante. Ela é imprescindível.

(*) Valdir J. de Oliveira Filho é graduado em economia pela Universidade do Distrito Federal e mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Oliveira gerenciou as áreas de Serviços e Compras da Fundação CPqD e atuou nas áreas administrativa e financeira da Rede Ferroviária Federal e da TELEBRÁS. É empresário e professor universitário dos cursos de graduação e pós-graduação da UNIP e Instituto Nacional de Aprendizagem Industrial, onde leciona Comunicação Empresarial, Economia, Logística e Administração de Operações Produtivas. Também é palestrante convidado do curso de mestrado da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e parceiro da SERIFA Conhecimento e Comunicação.

Para mais informações, contate valdirol@directnet.com.br

Kaiser Premium: 3 anos de sabor - 15/01/06

O Kaiser Premium, revista informativa das Cervejarias Kaiser dirigida ao público interno e parceiros da empresa, chega ao terceiro ano. Lançado em maio de 2004, o veículo foi recentemente ampliado para 12 páginas, sempre impressas em cores sobre papel couchê e foi concebido para ser direto e atraente, um convite à leitura e à informação. O conceito Premium vem da cerveja de mesmo nome, um tipo nobre da bebida, feito com ingredientes diferenciados e sabor encorpado e marcante. Este é o conceito do Kaiser Premium: um informativo especial, de alta qualidade, feito pela Kaiser em respeito ao seu time e aos seus parceiros.

A Serifa Comunicação é a responsável pela criação do projeto gráfico, editoração, revisão final e produção de cada uma das edições bimestrais e das edições especiais e encartes.

A Kaiser (www.kaiser.com.br), criada em 1982, tem sede em São Paulo e, desde 2002, pertence a duas das maiores cervejarias do mundo - Molson e Heineken - e é parceira da Coca-Cola em todo o território nacional. Possui, 9 fábricas, em 8 Estados do Brasil, sendo a responsável pelas marcas Kaiser Pilsen, Heineken, Sol, Xingu, Bavaria, Bavaria Premium, Bavaria sem Álcool, Kaiser Summer, Kaiser Bock, Kaiser Gold e Santa Cerva. Em 2003, iniciou a exportação de Bavaria sob a marca A MARCA BRAVARA para a Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido. Hoje, a Kaiser possui 3.500 funcionários.

Folha verde - 10/01/06
Dos materiais impressos em papel reciclado nem sempre se ouve o que o autor pretendia dizer

Por 
Luiz Roberto Delphim
Serifa Comunicação

A quantidade cada vez maior de material que se imprime em papel reciclado lembra-me de uma brincadeira de infância que meu pai fazia. Ele gritava "folha verde" e eu tinha que sair correndo para achar uma folha verde qualquer: samambaia, as violetas da minha mãe... papel crepom, sendo verde, também valia. Sem folha verde, tinha um castigo. Não lembro o que era, mas era uma bobeira qualquer. Aliás, como a própria brincadeira. Bobeira engraçada de pai, dessas para integrar a família e, em ocasiões de festa, perfeitas para aborrecer parentes mal humorados. Folha verde, folha verde... eu tenho um tio que odiava esse tipo de imaturidade. Só de ver o tio bravo, já valia a pena.

Para mim, agora folha verde tem sabor de trabalho. Por causa da conscientização ambiental que se incorporou à nossa vida, nunca se imprimiu tanto em papel reciclado. Não era sem tempo, porque papel pode ter sido uma maravilha nas mãos de Gutemberg, mas hoje todo mundo sabe que ele vem de árvores derrubadas. Usar papel reciclado, portanto, é parte da solução. Mas ainda falta muito. Ainda falta usar menos papel. Enquanto isso, juízo. Quando inventaram o computador, havia uma promessa ousada de eliminar o papel. Depois popularizaram-se as impressoras, de forma que o mundo adquiriu a capacidade de imprimir papel bonito. Ou seja, todo muito passou a usar mais papel. Agora, com os reciclados, a humanidade pode se redimir um pouco. Alguns, entretanto, procuram redimir-se demais.

As grandes empresas, que inteligentemente investem na comunicação interna como forma de manter um bom clima organizacional e reter os seus talentos, têm abusado do papel reciclado, especialmente em jornais internos. No que concerne aos preceitos modernos de responsabilidade ambiental, nota dez. Mas uma boa comunicação é mais que isso.

O papel reciclado agrega valor à postura ambiental da empresa, mas não necessariamente (ou automaticamente) à qualidade da comunicação. Os layouts que se pretende imprimir em papel reciclado têm que ser concebidos para tanto. O papel reciclado não é revestido, e por isso absorve mais tinta. Além disso, não é branco, o que compromete a qualidade das fotos, que perdem contraste. Fotos brilhantes, só em papel couchê.

Os layouts em papel reciclado têm que se assumir, sair do armário. Em outras palavras, não deve se basear apenas na postura ambiental da empresa, mas nos objetivos da comunicação. E, definitivamente, devem incluir um bom designer no processo.

Atitudes como o uso do papel reciclado são formas de mostrar responsabilidade ambiental. Mas não são tudo. Não é o seu uso que endossa a empresa, mas uma atuação ambiental apropriada, complementada, aí sim, por uma comunicação coerente e de qualidade. Por isso, não sou contra o uso do papel reciclado. Muito ao contrário. Sou é a favor do seu bom uso.

Resumindo, além de juízo, o que se pede aos responsáveis pelos layouts é talento. Sem talento, papel reciclado é só brincadeira de pai.



SERIFA publica boletins em tempo real para seminário da PFIZER - 10/12/05

Contratada pela Pfizer Saúde Animal, a Serifa Comunicação criou um projeto completo de comunicação para o Seminário Suinocultura 2005 e Avicultura 2005, realizados em São Paulo , em outubro de 2005. Os eventos reuniram avicultures e suinocultores de todo o país e contaram com a presença de especialistas internacionais que discutiram questões sanitárias das duas culturas.

Além da criação da marca, identidade visual completa e de todos os itens de comunicação como anais e CD-ROM, o projeto incluiu a criação e publicação de boletins feito em tempo real, distribuídos diariamente aos participantes durante o seminário.

A Pfizer (www.pfizer.com), criada há 150 anos, é uma das maiores indústrias farmacêuticas do mundo, investe cerca de US$ 5 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento é e detentora de marcas consagradas, como o Listerine® e o Viagra®, um dos maiores sucessos da história da medicina.